E voltamos à escola. Porque o futuro não espera por nós.
Todos os anos digo isto. Setembro é o verdadeiro mês dos recomeços. Talvez até mais do que janeiro. Janeiro muda-nos o ano, setembro muda-nos os dias. Acabam as férias, regressam
Todos os anos digo isto. Setembro é o verdadeiro mês dos recomeços. Talvez até mais do que janeiro. Janeiro muda-nos o ano, setembro muda-nos os dias. Acabam as férias, regressam
Há terras que passam a vida à procura de reconhecimento. E há outras que acabam por o encontrar precisamente no dia em que deixam de o procurar e começam simplesmente
Hoje, a propósito das notícias que por aqui contamos, apetece-me falar dos verões da minha juventude. Não apenas da praia, dos mergulhos, dos dias intermináveis ou da alegria das festas
Há um momento do ano em que Vila do Conde muda de ritmo. Não é apenas o calendário que anuncia o verão. São os lugares desta Terras que mudam com
Esta foi a frase que retirei de uma publicação de Pedro Abrunhosa, depois daquele que classificou como um dos mais arrebatadores espetáculos dos últimos tempos. Troquei apenas uma palavra. Onde
Neste jornal gostamos, quase sempre, de escrever sobre o lado bom da nossa terra. Sobre as obras que transformam Vila do Conde, sobre as associações que resistem, sobre as pessoas
Torna-se difícil escrever quinzenalmente sobre a realidade atual. Não por falta de temas, mas porque este exercício, o de parar, pensar e escrever, é hoje um verdadeiro desafio. Um desafio
Vivemos, de facto, um tempo estranho. Um tempo em que a sensação de estarmos à beira do abismo deixou de ser apenas uma metáfora dramática para se tornar quase um
O mundo parece, ou está mesmo, mais ameaçado a cada dia que passa. Aquilo que ainda há pouco tempo classificávamos como improvável tornou-se agora assustadoramente possível. Mas não é inevitável.
Num mundo virado do avesso, passámos os últimos 15 dias a fazer contas à vida e a tentar antecipar um futuro que, não há como negar, parece mais sombrio do