Depois da tempestade vem sempre a bonança. E Vila do Conde, mais uma vez, provou isso mesmo. A depressão “Cláudia” passou, deixou marcas, derrubou árvores, alagou ruas e obrigou a noites mal dormidas. Mas também revelou aquilo que muitas vezes esquecemos: quando é preciso, Vila do Conde move-se. E move-se bem e segura.
Nestas horas não há discursos, não há fotografia ensaiada, não há tempo para reuniões longas ou comunicados preparados. Há trabalho. E isso, quer se goste quer não, distingue quem fala de quem faz. Durante a tempestade, o Presidente Vítor Costa esteve no terreno, lado a lado com a Proteção Civil e com os serviços da Câmara Municipal, a resolver, a decidir, a ajudar. Não foi só “ir ver”. Foi agir. E isso as pessoas reconhecem. Ao contrário das vozes da oposição, que parecem viver num estado permanente de prontidão… mas para atacar.
E se falamos de trabalho, falemos também de obras. A da obra que marcará uma nova era na segurança do concelho: a futura Sede da Divisão Policial da PSP de Vila do Conde. A recente visita institucional mostrou que o projeto avança, sólido e consistente. Um investimento moderno e fundamental, que dará melhores condições às forças de segurança, aproximará respostas das populações e colocará Vila do Conde num patamar mais elevado de exigência operacional. Um edifício pensado para as necessidades de hoje e para a previsibilidade do amanhã. Mais uma vez, trabalho estruturado, segurança e não espuma.
Infelizmente, enquanto o concelho avança, a oposição continua embrulhada com as suas próprias tempestades internas. O episódio do “lapso administrativo” na lista da coligação PSD/CDS-PP é bem sinal disso. Uma renúncia por incompatibilidades, uma tentativa falhada de forçar a tomada de posse da n.º 4, e agora a surpresa geral ao perceber que afinal quem sobe é a n.º 7 — e ainda por cima do CDS-PP — porque foi isso que foi entregue ao tribunal. É a lei. É simples e claro, ou deveria ser.
Apesar da barafunda, o Presidente Vítor Costa voltou a dar o exemplo. Sem dramatismos, sem alimentar polémicas e sem tirar proveito politico das fragilidades da oposição. Desvalorizou as críticas da oposição, que chamou “críticas extemporâneas”, fruto de alguma inexperiência e de pouca leitura da lei. E explicou, como deve ser, que as coligações morrem no dia das eleições. Ponto. Hoje, o executivo tem cinco vereadores do PS, dois do PSD, um do CDS-PP e um do Chega. Factual. Transparente. Claro. Erros todos cometemos, mas imaginemos a improbabilidade dos papéis estarem trocados, se os “lapsos” fossem de outro lado, pelo que temos vistos e ouvido, ficamos curiosos se a oposição teria a mesma serenidade. Veremos no restante mandato.
É por isso que ainda assim, depois das tempestades, vem sempre a bonança. E essa bonança não nasce do acaso — nasce da responsabilidade de quem decide, da presença de quem está, do trabalho de quem resolve. Em Vila do Conde, a segurança das pessoas não depende de quem grita mais alto nas redes sociais. Depende de quem faz. E felizmente, mesmo em tempos agitados, temos quem faça.
Depois da tempestade, Vila do Conde sabe onde está a bonança. E, sobretudo, sabe quem trabalha para que ela chegue. E nós por cá estaremos, como sempre, a acompanhar.














